Qual é o maior ativo do rádio? Há quem aponte a tradição, outros destacam a proximidade com o público. Também se fala muito no conteúdo local e na eficiência comercial do meio.
Todas essas características realmente fazem parte da essência do rádio. Porém, por trás de todas elas existe um fator fundamental que sustenta essa relação com o público: a credibilidade.
O rádio é hoje o meio de comunicação mais confiável no Brasil, conforme aponta pesquisa realizada pela Ponto.Map em parceria com a VTracker. Esse reconhecimento não ocorre apenas no país, mas também em diversos mercados internacionais.
Um levantamento realizado pela egta / World Radio Alliance reuniu resultados de diferentes pesquisas globais e reforçou esse cenário de confiança no meio rádio.
Entre os dados apresentados, destaca-se que a maioria dos europeus confia mais no rádio como fonte de informação.
Nos Estados Unidos, por exemplo, 78% das pessoas consideram o rádio um meio confiável, colocando-o na liderança entre os meios de comunicação. O índice é 2,8 vezes maior do que o registrado pelas redes sociais.
Já na Austrália, 59% da população acredita que o rádio é uma fonte confiável de notícias e atualidades, demonstrando que essa percepção positiva se repete em diferentes partes do mundo.
A confiança no rádio, portanto, não é um fenômeno apenas brasileiro, mas global. E esse fator ajuda a explicar a força e a resiliência de um meio de comunicação que, mesmo com mais de 100 anos de história, continua extremamente atual e relevante na vida das pessoas.
Tupanciretã é um exemplo disto, com a rádio Tupã em mais de 70 anos de presença na comunidade e a clube um mais de 35 anos mantendo-se atualizada com todas as plataformas hoje disponíveis nas plataformas analógica e digitais.
Fonte: Fernando Morgado
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