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Tupanciretã acompanha queda nos crimes violentos no RS, aponta relatório da Segurança Pública

11/05/2026 03:05:30

Pelo nono mês consecutivo, o Rio Grande do Sul registrou queda nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) e nos homicídios na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são do Observatório Estadual da Segurança Pública e indicam uma tendência de melhora iniciada em agosto de 2025, na comparação com agosto de 2024, e mantida nos meses seguintes.

Em abril de 2026, foram registrados 91 casos de CVLI, contra 116 ocorrências no mesmo período de 2025, o que representa uma redução de 22%. Já os homicídios apresentaram queda de 12%, passando de 82 para 72 casos.

Os casos de feminicídio, considerados um dos maiores desafios para a segurança pública, diminuíram 45%, passando de 11 para seis registros. Já os latrocínios oscilaram de zero para um caso no período analisado.

Em Tupanciretã, os dados também refletem a redução da criminalidade. No período, foram contabilizados 11 furtos e 13 casos de estelionato. Em 2025, haviam sido registrados 13 furtos, um roubo, 15 casos de estelionato e dois delitos relacionados a armas e munições.

A Polícia Civil passou a adotar, a partir desta segunda-feira (11), em todas as delegacias do Estado, um serviço de digitalização e análise por inteligência artificial com base no Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar). O recurso permite identificar sinais de perigo no ambiente doméstico, avaliar a gravidade das situações e agilizar a atuação policial na prevenção de novas agressões contra mulheres.

A ferramenta foi lançada pelo Departamento de Tecnologia da Informação Policial (DTIP) no dia 30 de abril. Na última semana, policiais civis de todo o Rio Grande do Sul participaram de treinamento para utilização do sistema.

A iniciativa integra as ações do Governo do Estado, por meio da Polícia Civil, no enfrentamento à violência contra a mulher. A digitalização do formulário deve auxiliar na coleta e análise de dados durante o registro de ocorrências, permitindo melhor compreensão dos crimes relacionados à Lei Maria da Penha e identificação de fatores de risco, bem como a gravidade das situações.


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