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Tupanciretã apresenta mudanças nos indicadores criminais; RS registra menor índice de homicídios da história

10/04/2026 03:04:29

O Rio Grande do Sul encerrou o primeiro trimestre de 2026 com o menor índice de homicídios dolosos da série histórica. De acordo com dados do Observatório Estadual da Segurança Pública, foram registrados 234 casos entre janeiro e março, contra 307 no mesmo período de 2025, o que representa uma redução de 24%.

Na comparação com o pior índice da série, registrado em 2017, quando houve 909 ocorrências, a queda chega a 74%.

Os primeiros meses do ano também apresentaram redução nos crimes patrimoniais. O roubo de veículos caiu 34% em relação ao mesmo período de 2025, passando de 538 para 357 casos. Já os roubos a pedestres reduziram de 3.365 para 2.485 ocorrências, uma diminuição de 26%.

Em comparação com 2017, a redução é ainda mais expressiva: o roubo de veículos caiu 93% (de 5.132 para 357), enquanto o roubo a pedestres teve queda de 86% (de 18.085 para 2.485).

Em Tupanciretã, os dados de março também apontam mudanças em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2026, foram registrados 15 furtos, um furto de veículo, um roubo, 26 casos de estelionato e quatro ocorrências de tráfico de entorpecentes.

Já em março de 2025, os números foram de 10 furtos, um caso de abigeato, um furto de veículo, três roubos, nove casos de estelionato, um delito relacionado a armas e munições e uma ocorrência de posse de entorpecentes.

Alguns indicadores também apresentaram aumento na comparação com fevereiro deste ano.

Com o objetivo de modernizar a atuação das forças de segurança e aprimorar o atendimento à população, o governador Eduardo Leite lançou, no início de abril, o programa RS Atento.

A iniciativa prevê a integração de tecnologias de monitoramento e cercamento eletrônico, com foco na inteligência aplicada à segurança pública e na gestão do ambiente escolar, incluindo a proteção de estudantes e professores.

O investimento previsto é de R$ 26,7 milhões por ano, totalizando cerca de R$ 80 milhões nos próximos três anos. O sistema permitirá integrar câmeras públicas e privadas, realizar leitura automática de placas, emitir alertas em tempo real e conectar informações com bases de dados nacionais.


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