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Tupanciretã registra 42 casos de ameaça e 15 de lesão corporal em 2026

15/10/2026 02:10:19

O Mapa Nacional da Violência de Gênero recebeu reconhecimento internacional durante um dos principais encontros globais dedicados ao enfrentamento da violência contra a mulher, realizado na semana passada, na Tailândia. A iniciativa é desenvolvida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), do Senado Federal, em parceria com o Instituto Natura e a organização Gênero e Número.

O reconhecimento ocorreu durante o Fórum SVRI 2026, realizado em Bangkok, entre os dias 5 e 9 de outubro. A SVRI, sigla em inglês para Iniciativa de Pesquisa sobre Violência Sexual, é uma entidade global que promove pesquisas e ações baseadas em evidências para prevenir e combater a violência contra mulheres e meninas.

Nesta edição, 193 especialistas de mais de 40 países avaliaram mais de 2,1 mil trabalhos apresentados por pesquisadores, governos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil.

Dados de Tupanciretã

Conforme os dados da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP-RS), disponibilizados no Mapa Nacional da Violência de Gênero, Tupanciretã registrou 42 casos de ameaça entre janeiro e setembro de 2026. No mesmo período de 2025, haviam sido contabilizados 46 casos, enquanto o ano passado encerrou com 57 registros.

Em relação aos casos de estupro, o município contabilizou dois registros de janeiro a setembro de 2026, o mesmo número observado no período correspondente de 2025. Ao longo de todo o ano passado, foram registrados quatro casos.

Os dados de lesão corporal apontam 15 casos nos nove primeiros meses de 2026. No mesmo intervalo de 2025, haviam sido contabilizados 14 registros, e o total daquele ano chegou a 19.

Até setembro de 2026, o município não apresentava registros de feminicídio consumado ou tentado, conforme os dados consultados.

Como denunciar

A Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180 — é um serviço de utilidade pública voltado ao acolhimento, à orientação e ao encaminhamento de denúncias de violência contra mulheres. A ligação é gratuita, e o atendimento funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Fontes: Agência Senado e Governo do Rio Grande do Sul.


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